sábado, 13 de dezembro de 2014

A reportagem possível!


O Tomás foi passar o Natal à sua terra natal e vai publicando no Facebook as fotografias que vai fazendo para nós vermos as mudanças ocorridas naquela terra que deixámos para trás há tantos anos.
A estrada segue em frente rumo à Messumba e Nova Coimbra e vira à direita em Maniamba e, como podeis ver na imagem, agora é alcatroada em vez da terra batida de outros tempos.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

O Tomás chegou a Metangula!


Será que vai ser ele o correspondente que eu tanto procurei para me ajudar a manter vivo este blog?
Eu espero bem que sim, embora me parece que ele está apenas de visita e em breve rumará a outras paragens.
Vamos esperar para ver!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

De cara lavada!

Enquanto não arranjar uma fotografia melhor vou usar um recorte que fiz dum cartaz da campanha eleitoral para as últimas eleições para vos mostrar a cara da mulher que anda a modernizar a Vila de Metangula, Sara Mustafa de seu nome. Pode ser pouco o que ela já fez, mas os outros antes dela fizeram ainda menos, pelo que merece o meu apreço.
A mim pouco importa que ela seja a candidata da Frelimo ou de outro partido qualquer, importa sim é que ela lute pelo desenvolvimento e modernização daquela terra esquecida lá nos confins do interior de Moçambique. Com as vias de comunicação em péssimo estado, sem caminhos de ferro e sem ligações aéreas, Metangula tem poucas hipóteses de saltar para a ribalta e atrair turistas que a ajudem a desenvolver. Haja alguém que lute por mudar esse estado de coisas.
Ultimamente, alguns melhoramentos significativos, como a chegada de um barco que faz a cabotagem entre as povoações das margens do lago ou a pavimentação da rua principal da vila, além de diversos arranjos urbanísticos, começaram a criar uma imagem nova e muito mais atractiva daquela que é considerada a princesa do Lago das Estrelas.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Refrescando a memória!

Clicar na imagem para ampliar

Esta imagem foi gravada a partir do Google Earth e reporta ao ano de 2010. Para quem conheceu bem a Base da Marinha é fácil reconhecer os edifícios, um por um, que foram deixados pela Marinha Portuguesa.
No centro da imagem está o portão de entrada, o edifício do comando e a torre do farol. A partir desse ponto de referência é fácil reconhecer todo o resto.

A bela Metangula!

Levou tempo a conseguir motivar os rapazes Nyanjas para fotografar e publicitar as coisas bonitas da terra deles, mas finalmente começam a chegar os resultados. Computadores e máquinas fotográficas digitais não são ainda muito comuns naquele fim de mundo, mas em contrapartida os telemóveis são uma ferramenta do dia-a-dia para toda a juventude. Não sei aonde vão eles buscar o dinheiro para pagar os carregamentos, mas o facto é que todos eles aparecem no Facebook a toda a hora do dia e da noite. E eu colho os resultados dessa assiduidade. Ora vejam:



Estou farto de mirar estas fotografias e muito sinceramente não me lembro do portão de entrada assim como ele aparece aqui, mas deve ser a minha memória que está desfocada pelos 50 anos que se passaram entretanto.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

O mundo virado do avesso!


O Artur é ainda um rapazinho, mas sonha vir a torar-se um engenheiro químico. Nasceu na Meleluca, local que para mal dos meus pecados conheci nos tempos da guerra de libertação, pois andava embarcado nas lanchas de fiscalização da Marinha de Guerra Portuguesa muito tempo antes de o Artur ter nascido.
Quando era miúdo via o sol nascer sobre as montanhas e depois desaparecer, ao fim do dia, para os lados do Malawi. Os estudos levaram-no para Lichinga e mais tarde para Nacala, onde agora vê o sol aparecer-lhe das ondas do oceano Índico e esconder-se para lá das colinas por trás de Nacala.
Na Meleluca nadava num mar de água doce, nela se lavava e dela bebia sofregamente quando sentia sede. Agora tem que procurar um duche de água doce se quiser tirar o sal da sua pele depois de dar umas braçadas nas ondas azuis do Índico.
Uma mudança e tanto, mas a sua vida mudará mais ainda quando terminar o seu curso de química e se candidatar a trabalhar numa das muitas empresas que crescem como cogumelos na costa norte de Moçambique e se dedicam ao negócio do petróleo e gás, as riquezas recém-descobertas que vão fazer crescer a economia de Moçambique e torná-lo, finalmente, num país sem miséria. Com alguma sorte, porque sem ela nada feito, este rapazinho que, há cerca de 20 anos, viu a luz do sol pela primeira vez nas margens do lago mais lindo do mundo, poderá ter uma palavra a dizer no futuro económico de Moçambique. Se até lá os chineses e os outros tubarões da petroquímica não tiverem comido tudo.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Novidades do Lago!


Acabadinha de publicar no Facebook por um dos meus amigos que vive em Metangula.
Quem está à frente dos destinos desta terra é uma senhora, a D.Sara, e pelos vistos ela não brinca em serviço. Pavimentar a rua principal, desde o Posto Administrativo até ao cruzamento da estrada que segue para Lichinga, é obra. Felizmente não andam por lá muitos camiões pesados, senão partiam aquilo tudo em pouco tempo.
Lá ao fundo o Tchifuli, à direita o muro branco da Base da Marinha, tudo muito arrumadinho e bonitinho como eu gosto!

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Sonhar não é proibido!


Nos velhos tempos o comboio só chegava ao Catur. No ano de 1969, no meio de uma guerra que se travava entre a Frelimo e as tropas portuguesas, entrou em funcionamento o novo troço que ligava o Catur a Vila Cabral. Depois veio a independência e a guerra civil e aos poucos o comboio foi parando, até que a vila de Cuamba (antiga Nova Freixo) passou a ser a estação terminal. O governo recentemente eleito, com maioria absoluta da Frelimo, prometeu restaurar a linha e pô-la em funcionamento, de novo até Lichinga (antiga Vila Cabral), no mais curto prazo de tempo possível.
Com os recursos naturais, carvão, petróleo e gás, que têm sido descobertos acredito que não faltarão interessados em deitar mãos à obra de reconstrução da «Linha de Nacala», a troco de uma boa fatia daquilo que for retirado do subsolo e do fundo do mar. Vamos esperar para ver.


Bom era que o dinheiro chegasse para prolongar os carris até Metangula. Aí talvez eu decidisse fazer umas férias no lago e matar saudades daquela terra linda que não vejo há tantos anos. Ir não sei se posso, mas sonhar eu posso com certeza.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Festival de música na Chuanga!



No próximo fim de semana, na praia da Chuanga, vamos ter este e muitos outros artistas.
Quem gosta de música não pode perder!

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Resultados provisórios!


Notícia publicada hoje no Jornal de Notícias:
«Nas presidenciais, Filipe Jacinto Nyusi conquistou a simpatia do eleitorado da província mais extensa do país, ao amealhar 120.818 votos, contra os 111.114 de Afonso Dhlakama, o segundo mais votado. Por sua vez, Daviz Simango não foi para além dos 17.766 votos.
Em relação aos três principais partidos políticos que concorreram às eleições de 15 de Outubro, a Frelimo posicionou-se no primeiro lugar com 113.496 votos, 91.743 para a Renamo e 18.105 votos para o Movimento Democrático de Moçambique (MDM).
Finalmente, na eleição relativa à assembleia provincial, a Frelimo reuniu 116.829 votos, a Renamo 100.152, e, por último, o MDM com 22.774 votos.
No Niassa inscreveram-se 615.258 eleitores para estas eleições, que registaram uma abstenção de 56,2 por cento.»
Isto não são ainda números oficiais, mas acredito que o resultado final não andará muito longe disto. Estavam enganadas as bocas que começaram a espalhar a notícia de que a Renamo tinha ganho as eleições na Província do Niassa e, em particular, em Metangula.
De qualquer modo, o mais importante é que o edil eleito para governar Metangula seja honesto, trabalhador e capaz de lutar pela melhoria das condições de vida daqueles que representa. O resto não passa de política que não enche a barriga de ninguém.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

O outro hemisfério!


Viver no hemisfério norte e manter um blog que trata de assuntos que se passam no hemisfério sul pode criar algumas incongruências ou levantar dúvidas na cabeça de quem por aqui passa e lê com alguma atenção aquilo que escrevo.
Digo isto porque me preparava para escrever que fiz alguns ajustamentos no blog, procurando dar-lhe um aspecto mais de acordo com a estação do ano que atravessamos, o outono, mas poderia ser confrontado com um comentário de alguém vivendo em Moçambique que diria:
- Engano seu, caro amigo, aqui vivemos na primavera!
Se tivesse muitos leitores e comentadores moçambicanos pensaria duas vezes antes de optar por esta mudança, mas infelizmente eles são pouco menos que zero. Agora mesmo fiz um retrocesso de 48 horas verificando quem me tinha visitado e há gente, além de Portugal, da Holanda, do Brasil, do Reino Unido, dos Estados Unidos, do Canadá, da Índia, da Suíça, aparecendo muito lá no fim da lista dois moçambicanos. Acredito que a principal razão é a falta de intenet fixa na maior parte de Moçambique. Quem navega na internet fá-lo através de telemóvel, o que serve para o Facebook e pouco mais. Ler e comentar um blog requer outras condições.
No início tive esperanças de arranjar um colaborador, a residir em Metangula, que me servisse de ajuda publicando notícias e imagens daquela terra, mas hoje já não acredito que isso seja possível. Mesmo assim alterei a mensagem que aparece na coluna da direita, mesmo aqui ao lado, a ver se alguém se acusa.
Cada dia que começa há uma nova esperança, é o meu lema!

sábado, 18 de outubro de 2014

Eleições de 15 de Outubro!


Transcrição de uma notícia encontrada na comunicação social:
«Apesar de ainda escassos, face ao universo eleitoral, dados avançados ontem, quer pelo Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE), como pelas organizações interessadas no processo, apontam para a vitória do candidato presidencial da Frelimo, Filipe Nyusi, com cerca de 60 por cento, seguido pelo da Renamo, Afonso Dhlakama, com cerca de 30 por cento, e por último o do MDM, Davis Simango, com oito por cento. Nas legislativas, as projecções preveem o triunfo da Frelimo, com 57 por cento, o equivalente a 142 deputados, seguido pela Renamo, com 30 por cento, correspondente a 75 assentos, e por fim o MDM, com 12 por cento, o que lhe confere 31 mandatos.
Talvez mais do que os resultados, o mais importante ainda é a lição que os moçambicanos deram, primeiro ao afluírem às urnas para manifestarem através do voto as suas preferências quanto aos futuros dirigentes do país e também pelo modo como o fizeram: votação tranquila, ordeira e pacífica.
Não queremos com isto dizer que tudo tenha corrido as mil e uma maravilhas. Temos indicações de os órgãos eleitorais terem que aperfeiçoar um pouco mais os seus mecanismos de funcionamento, pois algumas mesas das assembleias de voto abriram com atrasos, houve trocas de cadernos, alguns membros das mesas não conseguiram as suas credenciais, o que de certo modo originou a ira dos eleitores.»
Tentei encontrar notícias sobre os resultados na Província do Niassa, em geral, e no Distrito do Lago, em particular, mas não tive sorte nenhuma, parece nada ter sido publicado ainda.
Alguns amigos do Facebook disseram-me que em todo o Niassa ganhou a Renamo, em Lichinga a Frelimo e em Metangula a Renamo, mas não sei se estas informações serão muito fiáveis.
O remédio é esperar que os resultados oficiais sejam publicados.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Uma piela de se lhe tirar o chapéu!


É possível que já tenha publicado aqui esta fotografia, mas ninguém se zangará comigo por voltar a fazê-lo. Encontrei-a no Facebook, publicada por um camarada fuzo, e visto retratar um lugar carismático da vila de Metangula quis vê-lo aqui de novo.
O objecto central da fotografia é o bar-restaurante do Neves. Este senhor foi parar a Metangula por ser empregado na firma de construção que levantou os edifícios da Marinha, no ano de 1962. Acabada a construção foi ficando por ali, fez alguns trabalhos para a Marinha, casou-se com a empregada do Comandante Zilhão e percebendo que os militares (que iam chegando às centenas) não tinham onde gastar o dinheiro do Pré, decidiu abrir um negócio para lhes resolver o problema.
Há dias entrei em contacto, via internet, com um cunhado dele que me contou que ele vive ainda em Vila Cabral (Lichinga), de onde partira em 1962 junto com o empreiteiro que foi construir a Base da Marinha. Viveu toda a sua vida no Niassa e não tem coragem de lhe virar as costas.
O bar do Neves faz parte das minhas memórias por lá ter apanhado a maior palhoça da minha vida. Tive como companheiros dessa aventura alguns camaradas que estiveram connosco no convívio do passado dia 14 de Setembro, como o Licínio, o Silveira, o Valter e o Barbosa e lembro-me de outros, como o Adriano que era o cozinheiro da Messe dos oficiais, ou o Belo (Viseu) recentemente falecido em Luanda. Na minha vida já apanhei umas quantas, mas como aquela nunca mais!

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Fotos actuais!

Hoje arranjei duas novas fotos de Metangula que vou deixar aqui para os apreciadores e saudosos daquela terra.

Já olhei para esta imagem de todos os ângulos e sinto alguma
dificuldade em saber onde foi tirada. No entanto, aquela fita de
areia que se vê ao longe parece-me a praia da Chuanga.

Um dos meus amigos do Facebook escreveu que esta linda casa
à borda do lago é a sua casa. E quem sou eu para duvidar?
É uma linda casa sim senhor!

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Antes que entre o Outubro!

Quantas estradas rasgaram ali!
Quando de lá saí, nos fins de 1967, havia apenas uma estrada
que ligava a zona dos geradores ao cais das lanchas. Ainda se
consegue ver do lado de baixo da guarita.

Um comentário do alferes checa do Batalhão 598 (na última mensagem) fez-me vir até aqui e reparar que passou o mês de Julho e Agosto sem uma única mensagem neste blog. E quase que se passava o mês de Setembro também se cá não tivesse vindo parar hoje.
Tenho pena, mas de facto não tenho matéria alguma para publicar aqui. As minhas ligações a Metangula não deram o resultado que eu esperava e nada posso fazer para alterar isso. Aquela malta não tem computadores nem máquinas fotográficas digitais e quem por lá passa também não publica nada que se veja, pelo menos no motor de pesquisa da Google não aparece nada de novo. Os amigos do Facebook também nada publicam além das suas caras, o que não tem o mínimo interesse para o blog. Qualquer dia desisto de vez!

sábado, 7 de junho de 2014

Não era uma bomba, mas ...!


... foi um avião como este que salvou a vida a muita gente durante a Guerra Colonial, assim chamada pelos colonizadores portugueses, ou Guerra de Libertação, como lhe chamavam os guerrilheiros da Frelimo. A pista de aterragem de Metangula, rasgada à força de punho pelo pessoal da CF6, era única existente no Niassa, para além de Vila Cabral e foi portanto ali que começou a ver-se aparecer este pássaro de ferro fazendo a ligação entre a civilização e aquele recanto perdido no fim do mundo. Com as estradas todas minadas e o abastecimento em risco, foi pelo ar e com a ajuda destas "gloriosas máquinas voadoras" que não morremos à fome. Não consigo esquecer-me de termos passado perto de dois meses a comer massa com bacalhau ou peixe do lago a todas as refeições.
Olhando para as verdadeiras maravilhas que hoje existem na aviação custa acreditar que passaram apenas 50 anos!

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Metangula antes da guerra!


Excluindo a parte da península onde existia o Posto Administrativo e a Base da Marinha que não aparece na imagem, isto era Metangula antes de a guerra de libertação ter começado. A povoação de Seli do lado norte e a de Tungo (não sei ao certo, mas acredito que assim se chamava) do lado sul. Umas dúzias de palhotas e umas centenas de pessoas. Na encosta da montanha nem uma única palhota havia. A guerra, a partir de meados de 1965, faria migrar toda a gente que vivia no mato para este espaço e por ali ficaram até hoje. Se bem recordo os números do último recenseamento, a população de Metangula estava muito perto dos 15.000 habitantes.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Metangula by Google Earth!

A Google actualizou as imagens e o que vêem abaixo é a realidade, em 2014. Quem conheceu este lugar nas décadas de 60 e 70 do século passado pode ver a tremenda diferença que se verifica ao nível de arruamentos e habitações. Na altura viveriam em Metangula umas centenas de pessoas, hoje vivem entre 15 e 20 mil.

Base da Marinha e Pista de Aviação (desactivada)

A península de Metangula

Cais de embarque na praia de Seli.
Vê-se nitidamente a estrada alcatroada que vinda
de Maniamba termina no cais de embarque.

Baía de Tungo, cais das lanchas de fiscalização
no tempo da Guerra Colonial

terça-feira, 20 de maio de 2014

Marcando presença!

Apenas uma mensagem por mês é muito pouco, mas é melhor que nada! Desde que o Luís Cuamba rumou à capital fiquei sem correspondente para me enviar notícias e fotos. Vamos andando e vendo, pode ser que aconteça um milagre e apareça outro "amigo" que dê uma ajuda a manter o blog vivo.


Esta foto não foi tirada em Metangula, mas podia ter sido. As mangueiras em flor também lá existem em grande quantidade e o lago é ainda mais bonito. Serve muito bem como um gatilho para disparar os vossos pensamentos e enviá-los para aquele paraíso terreal.

sábado, 26 de abril de 2014

Maravilhas da natureza!

Lago Niassa

Ando meio perdido com tantos blogs, páginas de Facebook e o catano. Julgava que já tinha publicado esta foto aqui e afinal tinha sido no Facebook. É possível que lá seja vista por mais pessoas, mas aqui é que é o sítio certo.
Não sei ao certo que local é este, mas lá que é uma beleza ninguém pode negar. Pensei ser Metangula, mas começo a duvidar, pois conheço cada centímetro daquelas praias e esta não se enquandra em lado nenhum. O barco semi-afundado parece-me a nossa antiga lancha Garota, mas ela está (ou estava) na praia de Seli e isto, se for Metangula, só pode ser aquela praia pequenina a sul da Base da Marinha, atrás do Posto Administrativo.
Que vos parece?