segunda-feira, 3 de março de 2014

Pôr do Sol em Metangula!


Coloquei esta foto no Facebook para responder a um «amigo» que não sabia que a estrada de Vila Cabral até Metangula já estava toda alcatroada. O troço de Maniamba a Metangula, pelo Caracol, foi o último a ser terminado, mas já tem uma boa meia dúzia de anos.
Neste momento está muito melhor este troço do que o que liga Lichinga (Vila Cabral) a Cuamba (Nova Freixo).
É pena não haver mais fotos do Niassa, mas a rapaziada nova não tem computadores e com os telemóveis com que acedem à net não conseguem fazer nada de jeito. O remédio é ir esperando que as coisas mudem, o que vai levar anos!

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Rir é o melhor remédio!

Um pouco de humor para aliviar o stress!


Instruções para a prática de sexo na 3ª Idade:

1. Ponha os óculos.
2. Certifique-se de que sua companheira está realmente na cama.
3. Ajuste o despertador para tocar daí a 3 minutos, para o caso de adormecer durante a 'performance'.
4. Acerte a iluminação: apague todas as luzes.
5. Deixe o tlm programado para o número da EMERGÊNCIA MÉDICA.
6. Escreva na mão o nome da pessoa que está na cama, para o caso de não se lembrar.
7.Tenha um analgésico à mão, para o caso de conseguir cumprir a 'performance'.
8. Não faça muito barulho: nem todos os seus vizinhos são surdos como você.
9. Se tudo der certo, telefone para seus amigos para contar as boas novas!
10. Nunca, jamais, pense em repetir a dose, mesmo sob efeito de VIAGRA.
11. Não esqueça de levar dois travesseiros para colocar sob os joelhos, para não forçar a artrose.
12. Se for usar camisinha, avise antes o pirilau 'que não se trata de touca para dormir', senão ele pode se confundir.
13. Não esqueça de tirar a parte de baixo do pijama, mas fique com uma camisolão para não apanhar gripe.
14. Não tome nenhum tipo de laxante nos dias anteriores; nunca se sabe quando se tem um acesso de tosse...
PS: (Estas dicas foram escritas com letras grandes para facilitar a leitura...!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Ainda por aqui ando!

Este ano ainda não publiquei nada neste blog. Vou aqui deixar umas fotos só para marcar o ponto e provar que isto não está abandonado.

Em primeiro plano a Caserna dos Especiais e Oficinas das Lanchas

Estrada a caminho do Cais das Lanchas

Caserna, Cozinha e Refeitório da guarnição, em 1964

Nuvem de mosquitos vindos do Malawi

domingo, 5 de janeiro de 2014

Já passaram tantos anos!


Quando saí de Metangula, no fim do ano de 1967, não havia nada disto que se vê aqui em primeiro plano. Nota-se aqui a influência da régua e esquadro na maneira como os arruamentos e as construções estão dispostas no terreno. Lembro-me vagamente que havia uma cerca de arame farpado, na estrada que seguia para Maniamba, que era fechada ao anoitecer ao toque de uma sirene montada no alto de um pau com 4 ou 5 metros de altura. Os aldeãos saíam para ir trabalhar nas machambas que ladeavam o lago, em direcção ao sul, e antes do sol de pôr tinham que estar dentro da vedação. Quem se aproximasse da cerca de arame farpado depois de soar a sirene corria o risco de levar uma rajada.
Metangula era uma área militarizada e protegida para onde começaram a confluir as populações fugidas à Frelimo. A ordem era para ficarem dentro do arame farpado de modo a não serem confundidos com os amigos e apoiantes da Frelimo. Em 1965, a população de Metangula andaria por volta das 200 ou 300 pessoas, sem contar com a guarnição da Base da Marinha. Em 1973, quando foi feita esta foto já era da ordem dos milhares.
Nas fotos recentes que tenho visto não encontrei nunca rastos desta povoação assim tão organizadinha. Ou foi comida pelo mato, ou havia aqui muita gente que não pertencia a Metangula e quis regressar às suas terras depois da guerra ter terminado. Também já tentei com o Google Earth, mas não se vêem sinais destes arruamentos. Talvez o capim tenha voltado a crescer depois de terem saído de lá todas as viaturas militares usadas pelos rapazes do nosso Exército para efectuarem as constantes rondas de vigilância.
Talvez, talvez, talvez ,,,, só dúvidas! Quem estiver mais bem informado que eu que comente!

domingo, 8 de dezembro de 2013

Metangula hoje!


Os amigos do Facebook continuam a municiar-me com algumas imagens recentes para vermos como vai evoluindo aquela terra a que dedicamos uma parte da nossa vida.
Não reconheço esta rua como sendo a rua principal que ligava o Posto Administrativo à entrada da povoação e á estrada que seguia para Nova Coimbra, mas pela posição das montanhas que aparecem ao fundo parece ser ela mesmo. Ou talvez uma rua paralela, construída de novo, que passe por trás da Cantina do Henriques e do Bar do Neves e vá até onde funcionava o Hospital no nosso tempo.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

As eleições estão aí à porta!

Li em qualquer lado (acho que no Facebook) que os candidatos do MDM por Lichinga e Metangula se bandearam para o lado da Frelimo. Não sei o que lhes terão prometido para eles virarem a casaca, mas o castigo que mereciam era que todos os seus amigos lhe virassem as costas e votassem no MDM no dia das eleições.


É por coisas como esta que a Renamo não entrega as suas armas. Eu sei que a guerra não resolve problema nenhum, só agrava os que já afligem o povo, mas quem usa estes estratagemas para ganhar votos bem merecia um tiro na "pinha".
É nas urnas, com o nosso voto, que devemos lutar contra isto. Exorto os amigos de Metangula a abrirem os olhos e não se deixarem enganar por gente sem honra nem vergonha.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Voa pensamento, voa!

O meu amigo Eduardo Nunes fez hoje uma viajem virtual ao Niassa, passando por Metangula, Lunho, Chuanga, Nova Coimbra e sabe Deus por onde mais terá andado. Eu que também fiquei apaixonado por aquelas terras, esquecendo, como disse o António Querido, as ocorrências menos boas, a fome e o medo que sofri na pele, tal como muitos outros combatentes da Guerra do Ultramar, quis acompanhá-lo nessa viagem. Fechei os olhos, concentrei-me ao máximo e passados instantes estava lá, na margem do lago olhando para aquelas águas límpidas que nos livraram da sede, do suor e do feijão-macaco tantas e tantas vezes.


Com muita pena tive que regressar poucos minutos depois, pois a realidade do nosso dia a dia não nos deixa ausentar por muito tempo. Mas valeu a pena e sinto-me com forças para aguentar mais uns tempos à espera de uma oportunidade de uma viagem real. Quem me dera!

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

A árvore mais gorda de África!


Os embondeiros em Meponda. Metade dos militares portugueses que estiveram no Niassa, durante a Guerra Colonial, passaram por esta linda terra esquecida naquele fim de mundo. Colunas de abastecimentos vindas do Catur e contingentes de tropas a espalhar pelas margens do lago, tudo as lanchas da Marinha vinham buscar a esta terra. Hoje, tudo isso está já esquecido ... ou quase!

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Muitos anos depois da guerra!


Em Metangula havia duas praias. Uma que ficava na baía que servia de porto de abrigo da nossa frota de lanchas de fiscalização e desembarque e outra que ficava do lado norte, onde íamos à noite dançar no batuque, mas não de dia para nadar.
A foto acima representa uma delas. Adivinhem qual!

sábado, 5 de outubro de 2013

Momentos de história!


Há dias encontrei estas fotos na net e embora a sua qualidade deixe muito a desejar não pude deixar de as trazer para aqui, pois tudo que respeita a este assunto me interessa sobremaneira. Quem as publicou foi um alferes do exército que andava a fazer protecção às colunas que, por mera casualidade, tive oportunidade de conhecer pessoalmente, por ter partilhado uma das suas colunas de abastecimento que viajava de Vila Cabral para Metangula. O Sarg. Marques não me arranjou passagem de avião e como já estava farto de me ver em Vila Cabral entregou-me ao alferes para me levar para Metangula à boleia.
Eu tenho várias fotografias destas viagens do transporte de lanchas para o Niassa, mas nunca tinha visto esta que retrata a passagem da Regulus pela estação de Belém. Gostei muito de a encontrar e acho que vocês também gostarão de a ver aqui. Este transporte de meios navais através da mata africana, do Índico até ao Lago Niassa, é uma verdadeira epopeia que vai ficar na História. E eu tenho uma certa vaidade de ter presenciado esse acontecimento.

Régulus em Belém

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Notícias do Niassa!


O carvão está a ser uma das riquezas mais exploradas em Moçambique. Grandes empresas internacionais, como a brasileira Vale, têm investido muito dinheiro nessa área e mais terão que investir ainda. Principalmente nas vias de comunicação por onde se faz o escoamento do carvão, uma vez que tanto o sistema rodoviário como o ferroviário é parco em meios e de fraca qualidade, é onde deve centrar-se a atenção das autoridades moçambicanas. Há vários projectos em marcha, em estradas e ferrovias, alguns deles envolvendo empresas portuguesas, mas há poucas notícias sobre o assunto na comunicação social. Eu bem as tenho procurado, mas não encontro nada. Haverá alguma razão para se guardar segredo sobre a evolução dessas obras?
Uma das zonas onde há muito carvão é na bacia de Maniamba. Será que isso justificará prolongar a linha férrea de Lichinga até lá? Se isso acontecesse, com mais um passinho chegaria a Metangula. E então abriria o caminho para o lago a muita gente que de outro modo nunca lá irá.


Outra riqueza, esta virada para o lado do turismo, é a Reserva do Niassa. Também aí se nota o problema da falta de meios de comunicação, pois devido à sua interioridade e falta de outros motivos de interesse na mesma região não têm surgido investimentos tendentes a resolver o problema. O país é pobre, o Estado não tem dinheiro e se não surgir algum investidor particular interessado em apostar nessa área vai ser difícil sair daquele marasmo.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Pobreza franciscana!


Não me agrada nada ver este blog às moscas, mas falta-me material para o alimentar. Os amigos que arranjei em Metangula têm um problema difícil de resolver, a falta de internet fixa e (pior ainda) a falta de dinheiro. Moçambique é um país pobre e não podemos alhear-nos disso. Não há maneira de mudar esse estado de coisas de um momento para o outro.
Quem esteve no Niassa sabe que o povo Nyanja vive na Pré-História cultivando a terra por meios artesanais e recolhendo da natureza aquilo que ela lhe oferece através da caça e da pesca. A sua única preocupação é garantir algo com que confortar o estômago, cada vez que o sol se levanta no horizonte. É uma luta diária que absorve todos os seus esforços e, para além disso, pouco mais lhes interessa.
A TDM espalhou telemóveis de norte a sul de Moçambique e faz uns preços acessíveis para a juventude ter com que se entreter. Computadores não há, nem dinheiro para os comprar, de modo que usam o telemóvel para tudo, desde fotografia a navegação na internet. E já descobriram, ou alguém lhes ensinou o caminho para, o Facebook. Mas aquilo que partilham nessa rede social tem muito pouco valor, pelo menos para aquilo que eu pretendo.
Até o «Jornal Faísca» de Lichinga (que apenas se apanha através do Facebook) é tão fraquinho de notícias que dá dó. Publica umas fotografias de vez em quando, a maior parte com caras de políticos, que pouco ajudam nos meus propósitos, pois só por milagre se referem a Metangula ou às outras povoações das margens do Lago que nós conhecemos.
Talvez a aproximação do período eleitoral, com uma mulher candidata pelo distrito do Lago, venha mudar um pouco este estado de coisas. Pelo menos assim espero!


A Vale Moçambique vai iniciar as obras de reconstrução da linha de caminho-de-ferro entre as cidades de Lichinga e Cuamba, ainda durante o mês de Maio. A linha terá uma extensão total de 268km.
De acordo com um responsável da equipa técnica da Vale Moçambique, citado pela Cargo News, no decorrer de uma audiência com o governador provincial do Niassa, já foi aprovada uma verba equivalente a 36,57 milhões de euros para financiamento desta empreitada, nomeadamente para a reparação da linha e das estações, bem como para a compra de locomotivas e carruagens.
Além da linha Lichinga/Cuamba, na província de Niassa, a Vale Moçambique vai ainda repor em funcionamento o troço entre Cuamba e Entre-Lagos, na linha Tete/Malawi/Nacala, na província de Nampula.
Os trabalhos de reconstrução terão a duração de 25 meses.
In «Vida Imobiliária» de 2013-05-17


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Fotos com comentário!

Diria que já publiquei estas fotos, mas fui dar uma vista de olhos e não as encontrei pelo que fiquei com dúvidas. De qualquer modo não faz mal nenhum se forem repetidas, pois há sempre aqueles leitores que só vêem a última mensagem deixando o que é mais antigo completamente esquecido.


Rebanho de vacas nas margens do lago. É engraçado que as vacas de que eu me lembro eram mais pequenas e magrinhas do que estas.


Pescadores de Metangula. Como se pode ver pela imagem já não há apenas pescadores de piroga. Estes dois já apresentam um barquito a armar ao moderno. Terá sido construído lá ou levado do litoral?


Mulheres Nyanja carregando as suas mercadorias à cabeça. Ainda lá não chegou a moda de comprar um carrinho de mão para poupar a coluna. Ou se calhar é com estes trabalhos que ganham a resistência necessária para nunca sofrer dela.



Como se pode ver nestas imagens as palhotas aumentaram muito de número nesta zona. Nos meus tempos havia só uma dúzia de palhotas à volta das oficinas das lanchas e o resto era tudo machambas de mandioca e milho.

domingo, 4 de agosto de 2013

O jipão do Enteiriço!

Um novo mês que começa e o dever que me obriga a dizer qualquer coisa para não deixar isto abandonado.
Na imagem podemos ver o Enteiriço ao volante dum daqueles jipões que usávamos para as nossas pequenas deslocações nos arredores de Metangula. Neste caso transportava uma secção da CF8 que ia sair em patrulha. Alguém reconhece as caras de algum dos outros elementos?
O Enteiriço este ano não pôde aparecer no nosso convívio por razões de saúde. Espero que já tenha melhorado e se ponha em forma para o próximo ano.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Nem para a sucata servem!



A Torre estava sem tinta. E que dizer das LD? Não é que façam muita falta agora, mas sempre poderiam servir para alguma coisa se a máquina estivesse pronta a funcionar!

segunda-feira, 8 de julho de 2013

A Torre do Farol!


Mais uma foto da famosa torre do farol enviada pelo meu amigo Luís. O meu pedido era para ter o Tchifuli por trás a servir de pano de fundo, mas não se pode ter tudo aquilo que se quer.
Nota-se que o pessoal que ocupa a Base actualmente não é muito amigo de pinturas, ou não há dinheiro para a tinta. Sem tinta começa a água da chuva a entranhar-se no betão e o ferro a apodrecer lá dentro. Depois é só esperar que ela caia.
Foi construída em 1962 e já cumpriu o seu primeiro objectivo que era possibilitar a vigilância dos arredores e prevenir qualquer assalto vindo do exterior. Actualmente e para o fornecimento de água aos edifícios da Base há soluções mais baratas. Como diz o cantor brasileiro - ... e se a casa cair, deixa que caia...!

sábado, 6 de julho de 2013

Com este calor só apetece é praia!


Esta praia parece-me a do Bilene. Será? Aqui o Will (na foto) está em Metangula onde também não falta água. Só que sem sal!

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Caminhos de Ferro de Nacala!

Hoje ouvi o Sr.António Mota dizer que actualmente a maior obra que a Mota-Engil tem em carteira é a remodelação da linha férrea entre Nacala e o Malawi. Fiquei contente, pois não sabia que essa obra já estava no terreno, julguei que estava ainda em fase de projecto ou a aguardar financiamento.
Eu sei que o troço Cuamba - Lichinga não tem a mesma importância que a ligação para o Malawi, mas de modo ou outro acabará por ser positivamente afectado. Valha-nos isso.


E talvez este aspecto de abandono e degradação deixe de se ver ao longo da Linha!

sexta-feira, 21 de junho de 2013

A ferro e fogo!

Notícia da Agência Lusa, esta manhã:
Zacarias Daniel disse que após atravessar o rio Save em direção a Muxúnguè encontrou a estrada cortada e um "autocarro em chamas sobre a ponte", impedindo qualquer tráfego no sentido sul-centro e vice-versa.
"Estou a fugir de Mambone (Sofala) para a Beira, mas depois que atravessámos o rio Save ficamos surpresos por a ponte estar destruída e em chamas. Um autocarro foi atacado e está a arder. Estamos no mato agora, o ataque foi intenso esta manhã, bem de longe estamos a ver fumo, não sei o que é", disse à Lusa, por telefone, Zacarias Daniel.
Ainda segundo a mesma fonte, desde as 08:00 (07:00 em Lisboa) não há viaturas nos dois sentidos da via, sendo apenas visível uma patrulha militar, que "tenta conter os ataques".


Foto de uma zona muito próxima de onde aconteceu a operação da Renamo a que a notícia se refere.


Ponte sobre o Rio Save, um pouco mais a sul do local onde a coisa aconteceu.


Andei pela internet à procura de fotos do local, mas não encontrei nada de muito apropriado. Esta ponte bem pode ser a tal onde incendiaram o autocarro que é referido nas notícias de hoje. A foto foi tirada por um turista que viajava de Maputo para a Beira e ele colocou-a no Panorâmio exactamente no local onde aconteceu o ataque da Renamo.
Não sei até onde o Afonso Dhlakama levará o seu esforço para chatear a Frelimo (digo Frelimo e não Governo de Moçambique, porque acredito que isto é uma questão meramente política), mas se as FADM reagirem a sério pode-lhe acontecer o mesmo que ao Jonas Savimbi em Angola. E seria uma pena, pois sem alternância no poder Moçambique nunca mais conhecerá a democracia.

sábado, 1 de junho de 2013

Thungo Bay!


A baía com as lanchas de desembarque. LDM faz-me lembrar qualquer coisa!


A baía sem as lanchas. Faz-me lembrar de tantos mergulhos que ali dei nos dias de calor. Houve tempos em que tinha uma velha espingarda de caça submarina (herdada não sei de quem) e nadava atrás dos peixinhos tentando acertar em algum, coisa que nunca consegui.