segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Curandeiro 5 estrelas!

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Peço um favor a quem visitar este blog - se conhecerem a língua em que é feita a reza deixem aqui um comentário, pois tenho a maior curiosidade em descobrir.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Um Niassa de sonho!


Esta imagem não é do Niassa. Mas podia ser, não podia? Mangueiras como estas era o que mais havia por lá e farturinha de água também. Então onde está a diferença? No cuidado que se nota neste espaço, o que dá a entender que andam por aqui turistas que deixam os dólares, coisa que não acontece em Metangula.
Se alguém investisse na construção de dois ou três resorts de férias e reactivasse o aeroporto... outro galo cantaria! E não seria o do sargento Veloso!

domingo, 11 de novembro de 2012

Música na Chuanga!


Realizou-se esta semana na praia da Chuanga o Festival de Música do Niassa. Esta imagem, refiro-me à paisagem que se avista, deve ser a coisa mais vista e repetida em todos os álbuns de fotografias dos veteranos de guerra que passaram pelo Niassa. Deixo aqui esta fotografia para eles verem o aspecto da praia, há apenas 5 dias, e matarem saudades da imagem que já não vêem há perto de 50 anos.
Há por aí alguém que gostasse de lá ter ido e dançado uma batucada?

À volta de Metangula!

Até agora «chambo» era apenas nome de peixe. Um peixe muito comum no Lago Niassa e que eu também tive a sorte (ou azar) de comer quando lá estive em 1967. Como não tínhamos ao nosso dispor redes ou outras artes para os pescar, atirávamos-lhe com uma granada e era só recolhê-los para dentro do bote.
Peixe de água doce não tem grande paladar, a menos que o cozinheiro seja um barra e se esforce por agradar àqueles para quem cozinha. Não era o caso na CF8, pois o mestre cuca que nos tinha calhado em sorte, já não me recordo do seu nome, só era barra a entornar o garrafão do tintol que ia buscar ao paiol para os temperos. Mas quando a fome aperta... não se pode ser esquisito, marchou o chambo e marchava qualquer coisa que pusessem à nossa frente.


Chambo agora também é nome de barco e, por sinal, um bem importante, porque além de ter sido construído em Peniche e viajado de comboio até ao Lago Niassa, é o primeiro navio digno desse nome a navegar por conta dos moçambicanos. O único navio que andava por aquelas paragens, refiro-me à costa moçambicana do Lago, era o velho Ilala do Malawi, mas parece que vai ser retirado de serviço. Ou pelo menos vai deixar de passar pelo Cobué e Metangula.


Agora só falta construir uma ponte-cais onde ele possa acostar. Vou ficar de atalaia para ver se essa notícia aparece no Jornal Faísca que é o meu fornecedor de informação, de momento. Ainda não percebi porque não utilizam a velha ponte-cais onde atracavam as nossas lanchas de fiscalização, na baía de Tungo. Se é por ser pequena demais, aumentava-se um pouco e ficaria a obra mais barata. Enfim, eles é que sabem!